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“A educação no país ainda não é a desejada, mas está a se trabalhar para mudar o quadro”, afirmou Pacheco Francisco

Artigo

“A educação no país ainda não é a desejada, mas está a se trabalhar para mudar o quadro”, afirmou Pacheco Francisco

“Se os alunos não estiverem a aprender, nos obrigará a reflectir na nossa forma de trabalhar.”

Redacção
25/11/2019
“A educação no país ainda não é a desejada, mas está a se trabalhar para mudar o quadro”, afirmou Pacheco Francisco
Foto por:
DR

O secretário de Estado para o Ensino Pré-Escolar e Geral afirmou que, olhando para o desafio que pretende o seu ministério, “a educação no país ainda não é a desejada”, mas garantiu estar a se trabalhar para mudar o quadro.

Pacheco Francisco, que falava nesta sexta-feira no encerramento do Seminário internacional sobre Ensino a Distância e Itinerante, disse que a construção de escolas deve ser directamente proporcional ao crescimento da população, para fazer face ao défice de professores e descongestionar as turmas superlotadas, tendo ressaltado haver défice de professores em quase todas as províncias do país, porque anualmente há crianças com idade escolar, o que implica necessariamente ter-se novos professores para novas salas de aulas para descongestionar as turmas superlotadas.

Continuou que, para melhoria da qualidade da educação, deve-se promover a competência para tornar os professores mais profissionais, comprometidos com o processo de ensino e aprendizagem, a fim de haver resultados significativos na aprendizagem das crianças.

“Não basta só falarmos de educação, quando não olhamos para os resultados em termos de aprendizagem dos alunos. Se eles não estiverem a aprender, nos obrigará a reflectir na nossa forma de trabalhar”, acrescentou o responsável, que reconheceu também haver professores que trabalham em zonas longínquas, que parecem estar condenados a viverem lá, sendo que muitos vão para lá apenas com a 9ª ou a 10º classe feita, cabendo ao Ministério da Educação através do Instituto Nacional de Formação de Quadros gizar essas políticas no sentido de velar pela auto-superação destes, considerando o ensino à distância e itinerante um desafio, “pois contarão com a televisão e telefone, e grande parte professores precisa de telefones, que poderão não ser apenas os smatphones para uso de internet, mas como telefones normais, que podem utilizar o sistema off-line, gravando o necessário para que no momento ideal possam desenvolver as técnicas”.

O governante falou que deve haver uma rotatividade de cinco a cinco anos, dos professores em zona longínquas, para não parecer que foram esquecidos nessas zonas, e enquanto lá estiverem, há necessidade de preparar todo material necessário para que eles também estejam em pé de igualdade com os que estão nas cedes províncias.

No entanto, dada à urgência e à necessidade que há em se implementar o ensino a distância e itinerante, salientou que, uma vês que estão no final do ano lectivo, vão criar as mínimas condições para a disseminação da informação aos outros técnicos, a fim de no início do ano lectivo de 2020 seja implementado esse sistema.

“Tão logo isso aconteça, faremos praticamente a implementação do referido projecto, em todas sedes que achamos ser necessário, a partir do primeiro trimestre de 2020, e como poderão apreciar como experiência piloto em três províncias como Luanda, Bengo e Cuanza Norte”, frisou, citado pela Angop.

Redacção
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