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Adérito Cassolongo apela ao uso de conteúdos de formação oficiais para fazer frente ao ensino estrangeiro

Artigo

Adérito Cassolongo apela ao uso de conteúdos de formação oficiais para fazer frente ao ensino estrangeiro

O responsável reagiu ao estado actual do ensino em Angola.

Pedro Kididi
31/7/2018
Adérito Cassolongo apela ao uso de conteúdos de formação oficiais para fazer frente ao ensino estrangeiro
Foto por:
Andrade Lino

O director geral da Cassca Techonologies, organização ministrante de cursos técnicos e de gestão com autorização e reconhecimento internacional da Microsoft, CompTIA e Cisco, apelou as instituições de ensino básico, médio e superior a usarem conteúdos de formação oficiais, a fim de fazer frente ao sistema de ensino estrangeiro, referindo que só é possível pôr-se em paralelo com as instituições do exterior caso as angolanas usem os mesmos padrões de conhecimento.

“Só é possível pôr-se em pé de igualdade do ponto de vista do conhecimento com as instituições do exterior se as nossas aderirem aos mesmos padrões que aquelas lá fora têm, um dos quais é integrar os programas de formação dos produtores de tecnologia no currículo escolar”, advertiu Adérito Cassolongo, em entrevista ao ONgoma News, reagindo ao estado actual do ensino em Angola.

Para este responsável da Cassca Techonologies, um projecto que representa a Microsoft para a educação em Angola, um licenciamento que permite também licenciar qualquer instituição ligada ao sector de educação, é provável qualquer escola tornar-se uma academia Microsoft, tanto que o uso de conteúdos de formação originais fornece capacidade ao estudante para competir com qualquer outro do exterior.

“Nós usamos as licenças para poder apresentar ao mercado de formação as instituições públicas e privadas, no sentido de persuadi-las a utilizar conteúdos de formação de origem do produtor, visando melhorar a qualidade de ensino. A gente faz um contrato entre a produtora de tecnologia e a escola para que tenha acesso, de forma a usar o programa oficial, para que o estudante esteja ligado ao processo de ensino actual e estar em condições de amanhã competir com qualquer outro estudante lá fora”, disse Adérito.

Os estudantes do exterior têm estes mesmos mecanismos, usar conteúdo programático dos cursos do produtor de tecnologia, e a empresa, continuou o gestor, quer mostrar que é possível qualquer escola tornar-se uma academia Microsoft.

Segundo a fonte, a Cassca Techonologies enquanto empresa, formou-se na África do Sul, em 2000, e em Angola em 2004. Actualmente, é distribuída em Luanda, Huambo e Benguela, com a missão de contemplar a prestação de apoio as instituições de ensino a todos os níveis, licenciar escolas como Academias Microsoft, qualificar professores com Certificados oficiais da Microsoft para capacitarem os estudantes, organizar e apoiar campeonatos escolares, só para citar.

“A empresa mudou o seu foco no processo de licenciamento e passou a licenciar também escolas, porque não quer apenas ser a academia, mas transformar escolas em academias para que os nossos filhos possam, de facto, aprender o mesmo que os outros no exterior do país”, referiu, clareando que a sua perspectiva é servir o sector da educação e neste processo criar várias outras soluções para o benefício social.

Pedro Kididi
Jornalista

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