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“Os jovens têm que ser direccionados para o uso das tecnologias”, afirma Marcos Agostinho

Artigo

“Os jovens têm que ser direccionados para o uso das tecnologias”, afirma Marcos Agostinho

Marcos Agostinho afirma ainda que a tecnologia e a educação acabam por ter um casamento perfeito.

Andrade Lino
23/3/2018
“Os jovens têm que ser direccionados para o uso das tecnologias”, afirma Marcos Agostinho
Foto por:
Andrade Lino

O Director Executivo da American Schools of Angola, Marcos Agostinho, afirma que "os jovens devem ser direccionados para o uso das tecnologias, de maneira que absorvam bons hábitos e tirem bons proveitos daquilo que há disponível à sua volta", porque “têm uma mente muito fértil, como que uma esponja”.

O responsável, que falou ao ONgoma News aquando do Fórum de Tecnologia e Educação, realizado na semana passada, pela empresa Chimuma, disse que a efectivação desse processo depende da escola, da ideologia de formação em relação à informação, mas acredita que só assim se faz uma utilização correcta dos aplicativos hoje disponíveis para a educação.

Marcos Agostinho, cuja instituição investe no ensino híbrido, afirma ainda que a tecnologia e a educação acabam por ter um casamento perfeito, e “num futuro muito próximo, não teremos o sistema do ensino da forma que conhecemos, onde utilizamos livros e canetas”.

“Essa forma de ensino com certeza vai cessar, por causa da fusão e evolução da tecnologia na educação. O professor acaba por ser um orador que fica em frente de uma audiência a dar aulas”, disse, tendo sublinhado que “estamos na era digital, onde os miúdos não conhecem algo diferente disso”.

“Estamos a falar de há mais de vinte anos atrás, quando utilizávamos um telefone circular, e hoje, se pusermos uma criança a utilizá-lo, ela não saberá como. Mas já um smartphone lhe vai permitir fazer uma vídeo-conferência. Portanto, individualmente, acredito que a tecnologia veio para ficar, e devemos envolver-nos mais”, observou.

Questionado sobre como ficam os velhos hábitos de ensino, o administrador entende que a mudança faz parte da evolução normal, e fala-se num salto gigantesco. “Imagino que na era do cowboy, quando as pessoas andavam a cavalo e de repente a Ford inventou o automóvel, deve-se ter colocado também uma questão semelhante, pelo facto de as pessoas estarem habituadas na altura a andar a cavalo. Mas o carro é uma grande coisa, e a tecnologia faz parte do quotidiano. Hoje em dia, inclusive, já existem restaurantes sem garçons, o próprio menu é interactivo, fica sobre a mesa e a pessoa pode fazer o pedido”, relatou, em entrevista ao ONgoma News.

Portanto, reforçou, é uma evolução natural, onde “nós, como adultos, que não nascemos obviamente dentro dessa tecnologia, vamos ter a destreza de querer acompanhar”.

Andrade Lino
Jornalista e Fotógrafo

Amante das artes visuais e da escrita, além de jornalista e fotógrafo, Andrade Lino é também estudante do curso de Licentura em Língua Portuguesa e Comunicação na Universidade Metodista de Angola. Nos tempos livres é músico e produtor.

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